Censos Teste 2018 - Perguntas Frequentes

Acerca dos CEnsos

Acerca dos censos

O que são Censos?

São os Recenseamentos da População e da Habitação, abreviadamente designados por Censos, uma contagem da população e do parque habitacional.

Quando se realizam os Censos?

Realizam-se de 10 em 10 anos. Os últimos tiveram lugar em 2011 e os próximos vão decorrer em 2021.

Para que servem?

Os Censos permitem conhecer melhor o país e a sua população; a informação recolhida dá-nos a saber quantos somos, como somos e como vivemos.
Os dados censitários sobre a população, a família e o parque habitacional são essenciais para o sector público e privado, bem como para os cidadãos em geral.
A informação dos Censos permite, por exemplo, apoiar a planificação de bens e serviços essenciais à população, tais como escolas, hospitais, segurança e transportes.



Censos Teste 2018

Sobre o Censos Teste 2018

Porquê fazer um teste já em 2018, se os Censos são apenas em 2021?

Porque os Censos são operações muito complexas que exigem um grande tempo de preparação e porque o INE pretende avaliar a introdução de importantes inovações no modelo censitário a utilizar no nosso país.
Pretende-se um Censo mais digital, mais cómodo para os cidadãos e mais eficaz na gestão dos recursos públicos.

Quantos testes se vão realizar?

A preparação dos Censos 2021 contempla um programa de trabalho ao longo do qual serão efetuados testes em 2018 e 2019, seguindo-se um inquérito piloto em 2020.

O que é o Censos Teste 2018?

É um inquérito que visa preparar os Censos 2021. Os testes permitem identificar as principais dificuldades, testar a organização e os meios, de modo a garantir o sucesso da operação em 2021.

  1. Testar o processo de distribuição das cartas com os códigos para resposta pela Internet ou pelo telefone, de acordo com o estudo de zonagem do território;
  2. Avaliar o impacto da alteração do processo de distribuição e da metodologia de recolha, nos procedimentos de campo, no dimensionamento das áreas de trabalho atribuídas aos recenseadores e na qualidade da informação recolhida;
  3. Testar os questionários;
  4. Testar a resposta pelo telefone;
  5. Testar a resposta pela Internet e a gestão do trabalho de campo, em multiplataformas (smartphones, tablets e PC).

Quantas pessoas e alojamentos são abrangidos pelo Teste 2018?

Aproximadamente 35 000 pessoas, residentes em cerca 19 000 alojamentos.

Quem é o responsável pelo Teste 2018?

O INE é a entidade responsável pela preparação e realização do Teste 2018 e conta com a colaboração das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia.

Onde se vai realizar o Teste 2018?

Nas feguintes freguesias:

  • Algueirão-Mem Martins (Sintra)
  • Angra – Nossa Senhora da Conceição (Angra do Heroísmo)
  • Ceira (Coimbra)
  • Matriz (Borba)
  • Santa Bárbara de Nexe (Faro)
  • Sé (Funchal)
  • União das Freguesias de São Mamede de Infesta e Senhora da Hora (Matosinhos)

Toda a população das freguesias indicadas está abrangida; excetua-se a população das freguesias situadas nos municípios de Sintra e de Matosinhos, onde serão chamadas a responder apenas parte das pessoas aí residentes.

Como posso responder?

Se reside numa das freguesias indicadas vai receber uma carta do INE com os códigos necessários para responder pela Internet ou pelo Telefone; pode, ainda, preencher o questionário em papel.

Deve responder preferencialmente pela Internet. Se optar por responder pelo Telefone, ligue 800 30 20 21 (chamada grátis). Pode também dirigir-se à sua Junta de Freguesia ou aguardar a visita do recenseador e responder aos questionários em papel.

Para responder pela Internet,usando um smartphone, tablet ou PC:

  • Aceda a www.censosteste2018.ine.pt;
  • Digite o Código e a Password indicados na carta;
  • Preencha os questionários e selecione “Enviar”. O sistema irá devolver-lhe uma mensagem de “A sua resposta foi enviada com sucesso”. Guarde o comprovativo.

Para responder pelo telefone:

  • Ligue 800 30 20 21 (chamada grátis);
  • Tenha consigo a carta enviada pelo INE
  • Forneça a informação que lhe for solicitada de forma precisa.

Posso usar qualquer equipamento para responder pela Internet?

Sim, qualquer equipamento com ligação à Internet: smartphone, tablet, PC.

Quando devo responder?

Responda, preferencialmente, a 16 de abril ou nos dias imediatos. Quanto mais depressa responder menor será a probabilidade de se esquecer de cumprir esta obrigação e mais contribuirá para a redução de custos, dado que ao responder pela Internet termina o seu processo, não envolvendo outro tipo de procedimentos.

Calendário de resposta:

  • De 16 de abril a 13 de maio, pela Internet ou pelo telefone;
  • De 14 a 27 de maio, em papel, após o contacto do recenseador.

Responda tendo como referência o dia 16 de abril.

Porque é que devo ter como referência o dia 16 de abril?

Porque é o “dia do Teste”, isto é, todas as respostas devem refletir a realidade desse dia; só assim é possível garantir o rigor na contagem da população e eliminar a possibilidade de omissões ou duplicações.

Perdi os códigos para responder pela Internet. O que devo fazer?

  • Ligar para 800 30 20 21 (chamada grátis);
  • Dirigir-se à sua Junta de Freguesia.

Não tenho condições para responder pela Internet. O que devo fazer?

  • Pode pedir ajuda a familiares ou amigos próximos;
  • Ligar para a Linha de Apoio: 800 30 20 21 (chamada grátis) ;
  • Dirigir-se à sua Junta de Freguesia.

Tenha consigo a carta do INE.

Posso responder pelo telefone?

Sim. Ligue 800 30 20 21 (chamada grátis). As suas respostas serão registadas por um colaborador do INE. Tenha consigo a carta que lhe foi enviada e forneça as informações de forma precisa.

Que tipo de ajuda está disponível?

Tem à sua disposição:

  • Linha de Apoio: 800 30 20 21 (chamada grátis)
  • A sua Junta de Freguesia
  • O endereço www.censosteste2018.ine.pt
  • O email censosteste2018@ine.pt

A resposta a este inquérito é obrigatória?

Sim. Todas as operações efetuadas pelo INE são de resposta obrigatória, de acordo com a Lei 22/2008, de 13 de Maio. Em caso de recusa, o INE pode instaurar um processo de contraordenação, nos termos da lei.

As minhas respostas são confidenciais?

Sim. A resposta está protegida pelo segredo estatístico, pelo que os dados individuais fornecidos ao INE assumem natureza confidencial, não podendo ser cedidos ou divulgados a terceiros, destinando-se a ser utilizados exclusivamente para fins estatísticos (artigos 4º e 6º da Lei nº 22/2008, de 13 de maio e nº 5 do artigo 4º do Decreto-Lei nº 136/2012, de 2 de julho).

É seguro responder pela Internet?

Sim. O sistema garante um processo de autenticação que protege a confidencialidade e a segurança dos seus dados. Os códigos para resposta são únicos e intransmissíveis.

É seguro responder pelo telefone?

Sim. Todos os profissionais recebem formação adequada e estão obrigados aos deveres de segredo estatístico, definido por lei.

Como tenho a garantia de que a minha resposta pela Internet foi enviada?

Após efetuar o envio do questionário eletrónico, o sistema devolver-lhe-á uma mensagem de “A sua resposta foi enviada com sucesso”. Guarde-a como prova da sua resposta.

Posso alterar os meus dados depois do envio do questionário eletrónico?

Não. Por razões de segurança e consolidação das bases de dados não é possível aceder novamente ao questionário, após o seu envio. Se pretender retificar alguma informação deve contactar a Linha de Apoio: 800 30 20 21 (chamada grátis).

Que perguntas são feitas no Teste 2018?

Todas as perguntas estão relacionadas com o seu quotidiano e são fáceis de responder. As perguntas dizem respeito às características da habitação, composição do agregado familiar e relações de parentesco; existem ainda questões com vista à caracterização dos indivíduos, tais como a data de nascimento, a naturalidade, entre outras.

Quanto tempo demoro a responder?

O tempo médio de resposta é de cerca de 30 minutos. Pode, contudo, variar em função do número de pessoas que residem no alojamento. Pode interromper o preenchimento do questionário e retomar mais tarde. O sistema guarda a informação facultada.

Porque é que o INE pede o nome e o endereço das pessoas na resposta aos Censos?

  • Para saber a quem se dirigir, em caso de dúvida;
  • Porque os nomes permitem confirmar a recolha de algumas variáveis;
  • Porque os nomes permitem confirmar as relações de parentesco entre os membros da família;
  • Porque é necessário dispor dos endereços para que o INE possa contactar a população.

Porque é que fui contactado por um recenseador?

  • Porque o INE não recebeu a sua resposta pela Internet ou pelo telefone;
  • Porque a carta com os códigos não lhe chegou pelo correio, sendo necessário entregar-lha em mão.

Como é que identifico o recenseador?

Cada recenseador terá um cartão de identificação, com o nome e a foto, o logotipo do INE e a operação estatística em curso.

Posso voltar a ser contactado pelo INE após já ter respondido?

Sim. Uma parte da população pode voltar a ser contactada para efeitos de controlo de qualidade. Se for contactado, colabore.

O que fazem com as minhas respostas?

A informação recolhida não se destina a divulgar dados estatísticos. O teste tem como objetivo avaliar a formulação das perguntas, a qualidade dos sistemas de resposta, a organização e os procedimentos. Os resultados do teste vão permitir melhorar o desenho e a organização da operação.



Conceitos e preenchimento

Conceitos e preenchimento

O que é uma residência habitual?

Residência habitual é um alojamento familiar onde existem pessoas a viver habitualmente, isto é, que aí passam a maior parte do ano ou possuem a maior parte dos seus haveres.

O que é uma residência secundária?

Residência secundária é um alojamento familiar de uso sazonal, utilizado periodicamente, onde ninguém vive habitualmente.

Se receber uma carta do INE na residência habitual e uma carta na residência secundária, devo responder duas vezes?

Sim. Todos os alojamentos (residências) são recenseados. O questionário relativo à residência secundária é muito mais pequeno e recolhe apenas informação sobre o alojamento.

Tenho duas residências. Qual devo considerar como residência habitual?

As pessoas que têm mais do que uma residência, consideram-se residentes naquela onde vivem a maior parte do ano ou onde têm a maior parte dos seus haveres. Se estiver a viver fora da residência familiar por razões de trabalho (em Portugal ou no estrangeiro) ou de estudo, mas todas ou quase todas as semanas volta a casa, considera-se residente no local onde reside a respetiva família.

Mudei definitivamente de casa, mas estou neste alojamento há menos de 1 ano. Em que residência devo ser recenseado?

As pessoas que declarem que alteraram definitivamente a sua residência devem ser consideradas residentes, portanto recenseadas, na atual residência.

Quem se deve incluir nas pessoas que vivem no alojamento?

  • Todas as pessoas residentes no alojamento (incluindo crianças) mesmo que se encontrem temporariamente ausentes ou que não vivam nesse alojamento a maior parte do ano, como por exemplo, familiares deslocados por motivos de trabalho, estudo, etc.;
  • As crianças nascidas antes do dia 16 de abril de 2018 (dia de referência do Teste);
  • Os estudantes que vivem separados da família e que regressam a casa, por exemplo, ao fim de semana. Se o estudante for trabalhador-estudante ou frequentar o ensino superior no estrangeiro há mais de um ano, passa a ser considerado residente no local onde se encontra a maior parte do ano;
  • As pessoas que vivem a maior parte do ano noutro local por motivos de trabalho (em Portugal ou no estrangeiro) mas que regressam a casa regularmente todas ou quase todas semanas;
  • As pessoas temporariamente internadas em hospitais, clínicas ou outras instituições, desde que o período de ausência previsto seja inferior a um ano;
  • As crianças que alternam a sua residência entre dois alojamentos (por exemplo após o divórcio dos pais) deverão ser incluídas como residentes no alojamento em que passam a maior parte do tempo. Quando as crianças passam o mesmo tempo com ambos os pais devem ser consideradas residentes na família onde se encontram no dia de referência do Teste (16 de abril de 2018);
  • As pessoas de nacionalidade estrangeira que residem em Portugal há mais de um ano ou as que, residindo há menos de um ano, têm a intenção de residir em Portugal por um período mínimo de um ano.

Tenho um familiar temporariamente em minha casa. Deve ser considerado residente no meu alojamento?

Não; pessoas temporariamente presentes devem ser consideradas residentes no alojamento onde têm a sua residência habitual.

Tenho um filho a estudar fora de casa, no estrangeiro. Onde é que ele deve ser recenseado?

Deve ser recenseado no estrangeiro se for estudante do ensino superior e estiver deslocado há mais de um ano (é considerado residente no estrangeiro).

Se estiver a estudar no ensino superior no estrangeiro há menos de um ano, mas tiver a intenção de permanecer por um período superior a um ano deve, igualmente, ser recenseado no estrangeiro.

Os estudantes no estrangeiro de outros graus de ensino são considerados residentes no alojamento familiar.

Sou estrangeiro e estou em Portugal apenas há 3 meses. Devo ser considerado residente?

Depende. Se a sua intenção é a de residir em Portugal por um período mínimo de um ano deve ser considerado residente. No entanto, se a intenção de residência for inferior a um ano não deve ser considerado residente em Portugal.

Tenho um familiar internado num estabelecimento de saúde/reabilitação. Deve ser considerado residente?

Depende. Se ele está internado há mais de um ano não deve ser considerado. No entanto, se a ausência for inferior a um ano e a intenção da ausência for inferior a 12 meses deve ser considerado residente e integrado na família.

Tenho os meus filhos comigo apenas aos fins-de-semana. Devem ser considerados residentes no meu alojamento?

Não. Uma criança que alterna a sua residência entre dois alojamentos (por exemplo após o divórcio dos pais) deve ser considerada na família onde passa a maior parte do tempo. Quando a criança passa o mesmo tempo com ambos os pais a sua residência habitual é considerada na família onde se encontra no momento censitário.

Residi em Angola na altura em que ainda era território Português. Devo considerar que residi no estrangeiro?

Sim, desde que aí tenha residido por um período superior a um ano. Os países são considerados de acordo com as fronteiras e as designações atuais.

Não tenho um local de trabalho fixo. O que devo responder na pergunta sobre as deslocações para o local de trabalho?

As pessoas sem local de trabalho fixo, mas que no início do período de trabalho se apresentam num endereço fixo, devem indicar esse local.Por exemplo: os condutores de autocarros devem indicar o local onde se apresentam no início do período de trabalho.

Se não for essa a sua situação assinale a opção “sem local de trabalho ou estudo fixo”.

Estou reformado e tenho uma pequena propriedade agrícola na qual costumo trabalhar. Devo considerar que trabalhei na semana de 9 a 15 de abril?

Depende. Se o trabalho que realiza tem como principal objetivo ocupar o tempo, mesmo que eventualmente consuma os produtos agrícolas produzidos, a resposta é NÃO – não trabalhou. Se o trabalho que realiza tem como principal objetivo complementar o rendimento familiar obtido, por exemplo, através da reforma, então deve assinalar SIM, mesmo que a principal fonte de rendimento seja a reforma.

Sou dona de casa. Devo considerar que trabalhei na semana de referência?

Não. A realização de atividades domésticas não é considerada trabalho. Esta situação não se aplica às empregadas domésticas que devem responder SIM, caso tenham trabalhado na semana de referência.

Os bolseiros de investigação e os estagiários devem considerar que trabalharam na semana de referência?

Sim, se receberam um pagamento por esse trabalho.

Tenho mais do que uma fonte de rendimento. Qual devo considerar?

Deve considerar aquela que representou o maior rendimento, nos últimos 12 meses.